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Todos sabem que admiro aqueles que vão em direção aos seus próprios limites e fazem o melhor. Assim, procurei saber mais sobre o Gui e assisti ao vídeo em que este garoto de 12 anos acompanha na bateria o grupo de músicos adultos. Logo aos 12 anos, na idade da adolescência e das inseguranças, senti firmeza no Gui. Da mesma forma que os maiores músicos, lá estava ele, concentrado e mergulhado em sua música.
Guilherme, o Gui, que nasceu em 1997, em São Paulo, cresceu numa família de músicos. O pai, baixista. Tios e avós no lado paterno, também músicos. Por parte de mãe, avô e bisavô - dois maestros! E assim o fruto da união dessas duas famílias só poderia resultar num prodígio.
Quando criança, o Gui brincava ao som da música que seu pai tocava com os amigos e aos 5 anos começou a aprender a tocar bateria. Hoje aos 12, sabe ler partituras, mas o ouvido apurado o faria tocar de qualquer maneira.
Mas não é apenas isto: Gui também está aprendendo a montar e a pilotar aviões! Além de baterista, ele quer ser piloto e engenheiro aeronáutico. Grandes sonhos e o que eu vejo é que ele terá um futuro brilhante pela frente.
Agora quando penso no comentário que deu origem a este artigo, vejo o quanto estava certo. Realmente, Gui é um carinha que detona!
Abaixo, temos o vídeo do Gui pilotando um avião...
... e tocando bateria!
Vídeos: alexnavajo
Existem muitos percussionistas fantásticos, mas esse ano em especial, já que o mundo comemora os 40 anos do Festival de Woodstock fiquei feliz em lembrar e rever o vídeo de um dos percussionistas mais talentosos que já existiu: Michael Shrieve.
Michael Shrieve tinha apenas 19 anos na ocasião do festival. Foi o músico mais jovem a se apresentar diante daquela platéia gigantesca. E ele roubou a cena, fazendo o público delirar com sua habilidade na bateria, sendo sua apresentação considerada um dos pontos mais altos de todo o espetáculo.
O que eu gosto em Michael Shrieve é que ele se abandona na música. Ele é a música e a música é ele, numa integração perfeita. Com viradas sensacionais, deu um show de solo durante o qual podemos flagrar em suas expressões, o sentimento. Quase no finalzinho dessa performance, até hoje me pergunto como ele conseguiu acompanhar aquele órgão que a cada segundo ficava mais rápido. Parecia um bordado intrincado de sons.
Mas chega de palavras, vamos ao som desse mestre da bateria!
Vídeo: cerebralparsley
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